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Março 2012

Sagres: «Uma escola do mar para futuros oficiais»

Sagres: «Uma escola do mar para futuros oficiais»Actualmente, o navio-escola da Marinha de Guerra Portuguesa é, acima de tudo, um símbolo de Portugal no Mundo, onde quer que se encontre. Em entrevista ao Expresso, o actual comandante, Sardinha Monteiro, lembra, no entanto, que "a sua principal razão de ser é funcionar como escola de mar para todos os cadetes da Escola Naval, futuros oficiais da Marinha".

"Um navio-escola como a 'Sagres', um veleiro, permite logo à partida um melhor conhecimento dos elementos meteorológicos. Aqui, tem de se tirar partido do vento e da ondulação para navegar da melhor forma possível", explica. Sardinha Monteiro entrou pela primeira vez a bordo da "Sagres" em 1988 como cadete da Escola Naval para realizar a habitual viagem no final do segundo ano, durante a qual treinou a navegação astronómica. Como qualquer outro cadete, o actual comandante também subiu aos imponentes mastros do navio escola para ajudar na içar as velas.

A "Sagres" foi construída nos estaleiros da Blohm und Voss, em Hamburgo, em 1937, tendo, na altura, recebido o nome "Albert Leo Schlageter". Era o terceiro de uma série de quatro navios encomendados pela Marinha alemã para combater na II Guerra Mundial. No final do conflito, o "Albert Leo Schlageter" coube aos Estados Unidos da América como despojo de guerra, tendo sido cedido ao Brasil em 1948, onde passou a chamar-se "Guanabara", em homenagem à célebre baía do Rio de Janeiro. Em 1961, a "Guanabara" foi vendida a Portugal por 150 mil dólares (cerca de 115 mil euros ao câmbio atual), graças, segundo a Marinha portuguesa, "à ação empenhada" de Pedro Teotónio Pereira, ministro da Presidência do Estado Novo.

Segundo a Armada, a atual Sagres teve dois antecessores em Portugal com o mesmo nome: um navio inglês que, em meados do século XIX, serviu como navio escola no rio Douro e um outro navio de construção alemã que foi incorporado como português em 1924. Ao serviço de Portugal, a Sagres já cumpriu três viagens à volta do mundo e participou em eventos como a regata Colombo, em 1992, nas comemorações dos 450 anos da chegada dos portugueses ao Japão, em 1993, e nas celebrações por ocasião dos 500 anos do achamento do Brasil, em 2000. Já percorreu nas suas missões uma distância equivalente a quase 27 voltas ao mundo e visitou 60 países, tendo passado no total 17 anos fora de Lisboa.
Ler mais/Fonte: Expresso.pt

 

Tesouro de 3 mil milhões de dólares descoberto no fundo do oceano

Tesouro de 3 mil milhões de dólares descoberto no fundo do oceanoInvestigadores americanos descobriram no fundo do mar os destroços de um cargueiro britânico, com uma carga de platina avaliada em três mil milhões de dólares, que foi torpedeado durante a II Guerra Mundial, noticia o jornal "Boston Globe".
A sociedade "Sub Sea Research", sediada no estado norte-americano do Maine, localizou o SS Port Nicholson no fundo do oceano, a cerca de 50 quilómetros da cidade de Provincetown, no estado do Massachusetts, refere o jornal.

O Port Nicholson tinha partido de Halifax, no Canadá, em direcção a Nova Iorque quando foi torpedeado em 1942. Quatro pessoas morreram no naufrágio e 87 foram salvas. A "Sub Sea Research" descobriu o tesouro avaliado em três mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros) em agosto de 2008 com a ajuda de um robot subaquático.

De acordo com os investigadores, pelo menos 30 caixas que estavam a bordo do cargueiro britânico contêm lingotes de platina, metal precioso cujo preço tem registado uma subida exponencial desde o ano 2000. "Há uma forte possibilidade de no fundo do mar se encontrarem também cerca de 10 toneladas de ouro e possivelmente alguns diamantes industriais", disse Greg Brooks, um dos responsáveis da "Sub Sea Research", ao jornal "Boston Globe".
Acontece que o governo britânico coloca reticências quanto ao valor do achado, duvidando que o navio naufragado transportasse platina, avança por seu turno a CBS NEWS.
Ler mais/Fonte: RTP

 

700 quilos de amêijoa devolvidos ao rio Tejo

700 quilos de amêijoa devolvidos ao rio TejoA Polícia Marítima deteve segunda-feira um cidadão que foi presente ao Tribunal do Seixal ontem, dia 22, na sequência de uma operação de fiscalização à pesca ilegal de amêijoas no estuário do rio Tejo, anunciou a Marinha. Na mesma operação, realizada segunda-feira, foram autuados três mergulhadores e apreendidas quatro garrafas de oxigénio e dois fatos de mergulho.

O comunicado afirma ainda que foram a apreendidos 700 quilogramas de amêijoa, que “por se encontrar viva foi devolvida às aguas do rio”.
A operação envolveu um subchefe e doze agentes da Polícia Marítima, apoiados por uma embarcação semi-rígida e uma viatura.
Ler mais/Fonte: Marinha

 

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