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Dezembro 2010

Navio de apoio "Sam Brás"

navio sam brásFoi construído como Navio-tanque pelos Estaleiros do Arsenal do Alfeite e lançado à água em 17 de Março de 1942, a cerimónia foi presidida pelo então Ministro da Marinha, acompanhado pelo Presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante. Foi a 4.ª unidade naval construída por este estaleiro para a Marinha de Guerra Portuguesa e um dos seus maiores navios construídos, em termos de dimensão e deslocamento.

Foi aumentado ao efectivo da Marinha de Guerra Portuguesa em 13 de Novembro de 1942, incluído na 2.ª fase do Programa de Reconstrução Naval, tendo a chancela de ser o 1.º Navio-tanque (vulgo “Petroleiro”) construído em Portugal.

O propósito da sua construção adveio da necessidade da nação possuir um meio próprio para proceder ao fornecimento de combustíveis líquidos ao país, em virtude da Marinha Mercante Portuguesa não dispor deste tipo de navio, tendo sido inclusivo o único navio de pavilhão nacional a realizar tal missão durante a vigência da 2.ª Guerra Mundial.

Como navio auxiliar da Marinha de Guerra Portuguesa, recebeu o n.º de amura A 523, por inerência no que concerne a armamento era somente dotado de espingardas de repetição MAUSER 98K de 7,92 mm.

Antes da sua entrada ao serviço activo, foi da competência do Instituto Português de Combustíveis assegurar o abastecimento de combustíveis líquidos a Portugal.
Ler mais/Fonte:barcoavista.blogspot.com

 

Navio de carga a energia eólica

Navio de carga a energia eólicaUma vez mais o « E-Ship 1» está novamente em Leixões atraíndo a curiosidade de muitos transeuntes, pelo aspecto original do cargueiro, com quatro grandes tubos verticais nas extremidades.

As quatro torres cilíndricas de 27 metros de altura por quatro metros de diâmetro que emergem do convés são «rotores eólicos capazes de recolher a energia do vento para auxiliar a propulsão a diesel do navio, sem interferir com as operações de carga e descarga, ao contrário dos mastros e velas», explicou a fonte.

Os rotores permitem reduzir as emissões de dióxido de carbono e de consumo de combustível fóssil «em cerca de 30 a 40 por cento do que habitualmente registam os navios de igual porte». O «E-Ship 1» efectua o transporte de essencialmente equipamento eólico da sua proprietária, Enercon GmbH, «o terceiro maior fabricante de turbinas eólicas a nível mundial».

Ler mais/Fonte: Cargo News joseantoniomodesto.blogspot.com

 

Farol e ermida da guia

Farol e ermida da guiaO Cronista de D. Manuel, Damião de Góis, na obra "Lisboa de Quinhentos", datada de 1554, descreve a costa desde o Cabo da Roca ao Forte de S. Julião: "Mais para dentro, a pequena distância, no extremo da abertura do estuário de Lisboa, assenta sobre cachopos uma ermida, dedicada a Nossa Senhora chamada da Guia. À noite acendem ali uns fachos para indicar a trajecto aos mareantes, não seja caso que estes por não lobrigarem a passagem, arremessem contra vontade as naus para os baixios e rochedos". Facho ou fogaréu, era uma concha ou caldeirinha de ferro, pendurada por uma corrente num pau cruzado com outro, onde ardiam umas pinhas, estopa embebida em óleo, ou qualquer outro combustível. Eram assim as primeiras marcas luminosas da costa portuguesa.

Por decreto datado de 10 de Dezembro de 1570, D. Sebastião estabeleceu o serviço de vigia nos vários locais costa portuguesa. No entanto, segundo alguns autores, o Farol da Guia iniciou o seu funcionamento ainda em 1537, tendo sido o segundo de toda a costa, uma vez que o primeiro a ser construído, embora em forma rudimentar, foi o da Ponta de Sagres, com a alimentação a lenha, azeite ou bebida em óleo.. Quando do terramoto de 1755 ficou muito danificado, tendo-se iniciado a sua reconstrução em 1767, com a alimentação das luzes a ser produzida por azeite. Mais tarde, já no fim do século XVIII construiu-se um gasómetro cujas paredes ainda hoje existem, embora arruinadas. Começou-se então a utilizar gás. Em 1810, foi novamente reconstruído pela Junta do Comércio, sob cuja direcção se encontravam os faróis. Com o aparecimento da electricidade passaram os faróis a ser electrificados e o da Guia foi o segundo a usar este novo tipo de sinalização.
Ler mais/Fonte: salvador-nautico.blogspot.com

 

Vouga Laura - e assim vai

Vouga Laura - e assim vaiDepois da primeira vistoria realizada pela APCV, e onde o "LAURA" passou com distinção...eis que a obra continua...devagar e ao sabor do vento e do frio que se faz sentir por terras do interior. E assim, lá vai aquecendo o meu irmão, ao ritmo de três a quatro réguas por dia, no trabalho da colagem da primeira camada das réguas do casco...

Já começam a ser notórias as magnificas linhas do VOUGA... trabalho notável, que só está ao alcance de alguns...boa mano velho!
Ler mais/Fonte: barcosecompanhia.blogspot.com

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