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Janeiro 2016

Fluviário de Mora com novos habitantes

Fluviário de Mora com novos habitantesO Fluviário de Mora abriu portas para receber novos moradores, um total de 12 novos peixes de água salgada que habitam agora naquele espaço. Doze novas razões para conhecer ou voltar a visitar aquele que foi o primeiro grande aquário de água doce na Europa, criado a 21 de Março de 2007.Os novos habitantes do fluviário são duas raias (Raias undulata), quatro corvinas (Argyrosomus regius) e seis pargos (Pagrus pagrus).

Para além de conhecer as novas atracções, não perca a oportunidade de ver todos os outros animais do Fluviário, como as lontras ou conhecer o tanque que alberga peixes gigantes. Ou, então, participar no programa “O Mistério de Natal” feito especialmente para esta época natalícia, com actividades para todas as idades.

Ao fim de oito anos, por onde passaram mais de 730 mil visitantes, crianças, famílias, escolas e outros grupos, o Fluviário de Mora continua a inovar e a renovar-se como a maior e mais reconhecida instituição em Portugal, e também na Europa, de divulgação do maravilhoso mundo dos Rios e dos Lagos.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

2015 foi o melhor ano de sempre na movimentação de mercadorias no Porto de Aveiro

2015 foi o melhor ano de sempre na movimentação de mercadorias no Porto de AveiroO total de mercadorias movimentadas em 2015 no Porto de Aveiro atingiu 4.656.103 toneladas, passando este a constar como o melhor ano de sempre no que diz respeito ao tráfego de carga. O crescimento registado face a 2014, ano onde foi obtido o anterior máximo, foi de 3,57 pontos percentuais.

Representando 49,52% do tráfego de mercadorias do Porto, as exportações cresceram 0,23 pontos percentuais em relação ao ano transacto, alcançando 2.305.540 toneladas. Com um peso de 50,48% no total de mercadorias movimentadas, as importações somaram 2.350.563 toneladas, revelando um crescimento de 7,08 pontos percentuais.

Salienta-se o crescimento de 18,63 pontos percentuais (mais 304.922 toneladas) em relação a 2014, verificado nos Granéis Sólidos, com um total de 1.941.946 toneladas movimentadas, que constituem 41,71% do agregado do Porto. No segmento da Carga Geral foram movimentadas 1.685.911 toneladas, representando 41,71% do movimento total e nos Granéis Líquidos verificou-se um tráfego de 1.026.706 toneladas, perfazendo 22,05% do movimento anual.

No que diz respeito ao número de escalas no Porto de Aveiro e às dimensões dos navios, 2015 apresenta valores assinaláveis. Um total de 1.093 navios visitaram o porto durante o ano, o que representa um crescimento de 9,85 pontos percentuais (mais 98 navios) em relação a 2014. Ainda em relação a 2014, a arqueação bruta total destes navios apresenta um crescimento de 12,87 pontos percentuais (mais 560.699) e o comprimento total uma subida de um 9,92 pontos percentuais (mais 10.145 m).
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

Calypso, o navio do comandante Cousteau vai voltar ao mar

Calypso, o navio do comandante Cousteau vai voltar ao marA associação proprietária do Calypso, o célebre navio de exploração oceanográfica do comandante Jacques-Yves Cousteau, ao abandono desde 2007 num porto francês, anunciou esta quinta-feira que a embarcação vai regressar ao mar. “Estamos a trabalhar para tirar o navio de Concarneau (Bretanha, oeste de França) no prazo de três meses. O nosso objetivo é reparar completamente o navio e que volte a navegar para ser o embaixador dos oceanos, como queria o comandante”, disse a associação Equipa Cousteau.

“Consideramos serem necessários entre 12 e 18 meses para pôr o Calypso a navegar. Já contactámos empresas para esta empreitada”, acrescentou. A bordo do Calypso, o explorador Jacques-Yves Cousteau percorreu, a partir de 1950 e durante mais de 40 anos, os oceanos para realizar filmes sobre os fundos marinhos, vistos em todo o mundo.

Com o seu barrete vermelho de escafandrista, Cousteau realizou vários documentários, sendo provavelmente o mais famoso “Le Monde Du Silence”, que ganhou a Palma de ouro no festival de cinema de Cannes, em 1956. Em janeiro de 1996, o Calypso naufragou em Singapura. Posto a flutuar, foi colocado em Concarneau em 2007, onde devia ter sido restaurado. Divergências entre o estaleiro naval Piriou, encarregado dos trabalhos, e a Equipa Cousteau interromperam a recuperação do navio.

Em dezembro de 2014, a justiça francesa determinou que a associação devia retirar o Calypso do estaleiro antes de 12 de março deste ano e pagar à Piriou os trabalhos já efetuados, no valor de cerca de 300 mil euros. A Equipa Cousteau indicou que o navio podia ser exposto no Mónaco, na água ou em doca seca, enquanto a empresa ameaçava leiloar o Calypso. “A Equipa Cousteau conseguiu sentar, à mesma mesa, vários mecenas internacionais generosos e muito motivados”, disse a associação na sua página digital.

“Quando o Calypso regressar ao Mediterrâneo, estará a navegar com os seus próprios motores, como queria o comandante Cousteau”, acrescentou Francine Cousteau, segunda mulher do explorador e presidente da Equipa Cousteau. Em comunicado, o estaleiro Piriou garantiu que fará “tudo ao seu alcance para permitir a saída do Calypso da doca nas melhores condições”, apesar de afirmar desconhecer o projeto de retirar o navio durante o primeiro trimestre. O estaleiro confirmou ter recebido, em dezembro, a soma devida pela associação.
Ler mais/Fonte: observador.pt

 

 

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