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Julho e Agosto 2017

Os tesouros do fundo do mar

Os tesouros do fundo do marA história do ataque do impiedoso comandante alemão Lapiere, bem como a façanha do pequeno rebocador Galgo, ao serviço da Marinha portuguesa, que resgatou ao mar os tripulantes dos navios naufragados, é o tema central de um episódio da SIC, de uma série de quatro reportagens especiais sobre naufrágios, a serem emitidas todas as quintas-feiras de julho, no final do Jornal da Noite.

Aqui Há História mergulhará primeiro no Highland Hope, que, nos anos 30, encalhou nos Farilhões, junto às Berlengas. Quase 90 anos depois, é ainda possível reconstituir a noite em que meio milhar de passageiros foram salvos pelos pescadores de Peniche – os mesmos que acabaram por ficar com parte do recheio do navio que ligava a Europa à Argentina.

Na foz do Tejo, junto ao Bugio, a SIC mostrará o que resta do Patrão Lopes, o navio herói do salvamento nacional, que se perdeu à vista de Lisboa em 1936. O último mergulho transporta-nos à II Guerra Mundial, ao afundamento de um cargueiro britânico ao serviço do esforço de guerra, o SS Dago, atingido por um bombardeiro alemão que, violando o espaço aéreo português, saiu de França, sobrevoou Espanha e desferiu um ataque aéreo sobre o SS Dago, ao largo de Peniche.
Ler mais/Fonte: visao.sapo.pt

 

1º Concurso de Fotografia – “Viana e o Mar 2017″

1º Concurso de Fotografia – “Viana e o Mar 2017″O Centro de Mar de Viana do Castelo lança hoje, dia 12 de julho, o 1º concurso de fotografia subordinado ao tema “Viana e o Mar 2017”, destinado a fotógrafos profissionais e amadores.

Este concurso tem como objetivo promover a cultura e as tradições marítimas de Viana do Castelo, propondo um olhar documental ou artístico sobre as zonas costeiras e ribeirinhas, turismo balnear, desportos náuticos, atividades económicas e as gentes ligadas ao mar.

Os interessados em participar devem requerer o regulamento através do email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

Vidas de sal

Vidas de salAntes de chegar à foz, o Mondego divide-se em dois braços que depois se encontram novamente para desaguar juntos no mar. Entre eles, está a ilha da Murraceira, 600 hectares de sapais, caniçais, juncais e salinas, vizinhos da Figueira da Foz. É por aqui que seguimos, percorrendo uma estrada estreita em terra batida, entre talhos e tanques de aquacultura, ou talhões abandonados.

Gilda Saraiva pára em frente ao esqueleto de um pequeno armazém de madeira. Há vários por aqui, muitos ao abandono, outros a ser recuperados. Os armazéns eram construídos com troncos em cruz para se adaptarem às oscilações do terreno, causadas pelas movimentações das águas, num sistema de gaiola, explica esta marnoteira formada em Arquitectura. Tinham que ser feitos em madeira, para resistir à oxidação que o sal provoca, num sistema de encaixe que dispensa pregos. Esta saiu do pinhal de Leiria.

Seguimos. Vemos pernilongos, andorinhas do mar, uma menina a chapinhar na água, tal como Gilda fazia quando tinha a idade dela (tem agora 37 anos). Chegamos à salina dos Doutores, uma sucessão de rectângulos em cinzento escuro, rodeados de plantas.

As limpezas começaram no início de Maio e continuam. Estamos em Junho. “Tirámos o lodo e as algas que nasceram no Inverno”, afirma. “É preciso retirar toda a água, a argila fica rija e já se pode andar lá em cima. Recolhemos a lama, transportamos para montes e depois de dois Invernos, já sem salitre, usamos na agricultura, porque é rica em sais minerais”.

Gilda Saraiva não é só uma marnoteira. Faz também agricultura biológica aliada à salina: figos, morangos, mirtilos, ervas aromáticas (que adiciona ao sal), alhos, cebolas... O sal não é assim tão diferente. “Também há anos maus. Se chove no Verão não há sal, ou demora mais tempo”. A safra vai de Maio até às primeiras chuvas de Setembro. “Pelo meio, nunca sabemos.” Se tudo correr bem, pode produzir 100 toneladas de sal e duas toneladas de flor de sal, embalado nos pacotes Amor com Sal q.b. “A técnica? Todos os anos a salina nos ensina, porque todos os anos é diferente”.
Ler mais/Fonte: publico.pt

 

 

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