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Março 2011

Centro de medicina subaquática hiperbárica da marinha (CMSHM)

hiperbaricaPelo ano de 1953, dada a premência de apetrechar a Armada com meios de auxílio médico-terapêutico especializado no suporte a possíveis acidentes disbáricos decorrentes do mergulho militar e para salvamento marítimo, foi adquirida a 1.ª câmara de descompressão do país, instalada na Escola de Mergulhadores, sediada na Esquadrilha de Submarinos. Deste modo, desencadeia-se de forma pioneira e simultaneamente a Medicina de Mergulho e Hiperbárica, sob tutela do Serviço de Saúde da Esquadrilha de Submarinos. A câmara de 1953 perante os padrões actuais, encontra-se obsoleto e que foi transferido para o Museu da Marinha. Em 1967, é adquirida pela própria Escola de Mergulhadores uma 2.ª câmara hiperbárica, dotada de maior capacidade operacional e do ponto de vista tecnológico, mais desenvolvida que a de 1953. Em 1968, inicia-se em Portugal a aplicação da oxigenoterapia hiperbárica, até à data efectuada por recurso a equipamentos de mergulho autónomo de circuito fechado com O2 puro.

De salientar que o apoio ministrado pelo CMSHM, de forma permanente em regime de serviço de urgência, entrou em funções em Janeiro de 1992. Na última década, por via da assistência administrada pelo CMSHM, em funcionamento desde 1989, alcançou-se um aumento da profundidade de intervenção dos Mergulhadores Sapadores da Armada, mediante a adaptação do organismo humano à imersão na ordem dos 91 metros, permitindo à Armada alargar a capacidade de guerra de minas e aperfeiçoar o auxílio ao salvamento marítimo. O CMSHM está equipado com duas câmaras multilugar totalmente medicalizadas, instaladas em 1989 e 2001 respectivamente, com capacidade para tratar em simultâneo 24 doentes em posição sentada, quer em estado crítico ou necessitados de ventilação assistida.

De realçar que esta unidade médica militar tem também prestado um verdadeiro serviço público permanente a pacientes militares e à sociedade civil, sua principal utilizadora e beneficiária, no tratamento de patologias hospitalares agudas e crónicas, uma das razões pela qual mantêm-se sediada no Hospital da Marinha.

No que concerne ao serviço público prestado pelo CMSHM, o mesmo está vocacionado para tratamento de doentes com diferentes patologias, em que o oxigénio (oxigenoterapia hiperbárica) serve de meio complementar de tratamento: infecciologia, cirurgia plástica e reconstrutiva, lesões pós traumáticas, atrasos de cicatrização, lesões induzidas pela exposição a radioterapia, casos clínicos de surdez súbita; afecções oftalmológicas, neurológicas, toxicológicas, gastrenterológicas.

São um serviço de utilização comum aos 3 ramos das FA’s desde de 1995 e uma referência nacional (reconhecido pela Ordem dos Médicos e Faculdades de Medicina do país) e internacional, constando inclusivo nas listas da NATO ADIVP-2 e "Undersea and Hyperbaric Medical Society" e da "European Underwater Baromedical Society", como autoridade nacional para apoio terapêutico aos acidentes do mergulho.

Ler mais/Fonte: http://barcoavista.blogspot.com

 

Caravela redonda

Caravela redondaA caravela é uma invenção portuguesa, em conjunto com os conhecimentos que foram adquiridosaos árabes. A caravela foi uma embarcação usada pelos portugueses e espanhóis durante a Era dos Descobrimentos, nos séculos XV e XVI. Segundo alguns historiadores, o vocábulo é de origem árabe carib (embarcação de porte médio e de velas triangulares - velame latino). De acordo com outros, no entanto, a palavra seria derivada de carvalho, a madeira usada para construir as embarcações. A caravela é um navio rápido, de fácil manobra, apto para a bolina, de proporções modestas e que, em caso de necessidade, podia ser movido a remos. As caravelas eram navios de pequeno porte com três mastros, um único convés, ponte sobrelevada na popa e deslocavam 50 toneladas. As velas «latinas» (triangulares) eram duas vezes maiores que as das naus, o que lhes permitia ziguezaguear contra o vento e, consequentemente, explorar zonas cujo regime dos ventos era desconhecido. Apetrechada com artilharia, a caravela transformou-se mais tarde em navio mercante para o transporte de homens e mercadorias.
Gil Eanes utilizou um barco de vela redonda, mas seria numa caravela (tipo carraca) que Bartolomeu Dias dobraria o Cabo da Boa Esperança, em 1488. A caravela era muito eficiente quando utilizada em mares de ventos inconstantes como o Mediterrâneo, por causa de suas velas triangulares. Porém, com as viagens às Índias com ventos mais calmos, não era uma vantagem, por ser mais lenta que as velas redondas. A necessidade de maior tripulação, armamento, espaço para mercadorias fê-la ser substituída por navios mais potentes.

Ler mais/Fonte: http://salvador-nautico.blogspot.com

 

A Laura está quase

esta_quase Já vai algum tempo...que saudades... de facto o tempo tem sido muito curto, mas já faltou mais... a disponibilidade será maior com certeza nos próximos meses...

or agora, aqui ficam novas fotos do Vouga LAURA, obra do meu talentoso irmão, lá por terras de onde nasce o rio que dá nome à classe. A primeira camada está quase
... falta o resto...navegará este ano pelas águas da nossa ria?...Aceitam-se apostas...ou será que já as há?!

Ler mais/Fonte: http://barcosecompanhia.blogspot.com

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